Irã(COPA DO MUNDO)
Irã ou República Islâmica do Irã é um país localizado no Oriente Médio, um subcontinente da Ásia. O país possui uma área de 1 648 000 km², onde vivem cerca de 74,1 milhões de habitantes.
A topografia do país é constituída basicamente por planaltos, havendo uma cadeia de montanhas ao redor dos mesmos. Na parte central estão estabelecidos dois desertos, o Dasht-e-kavir e o Dasht-e-Lut. Ao norte, próximo ao Mar Cáspio, se encontram as montanhas Elburz, que abrigam vulcões em atividade. Essa área montanhosa possui o ponto mais elevado do país, o Monte Demavend, com 5.671 metros de altitude.
A topografia do país é constituída basicamente por planaltos, havendo uma cadeia de montanhas ao redor dos mesmos. Na parte central estão estabelecidos dois desertos, o Dasht-e-kavir e o Dasht-e-Lut. Ao norte, próximo ao Mar Cáspio, se encontram as montanhas Elburz, que abrigam vulcões em atividade. Essa área montanhosa possui o ponto mais elevado do país, o Monte Demavend, com 5.671 metros de altitude.
Jogadores irã
Azizi, o herói do Irã
Khodadad AZIZI
© AFP
Nas eliminatórias para a França 1998, o Irã provavelmente contava com a melhor seleção da sua história. No entanto, a classificação para a Copa do Mundo da FIFA foi uma tarefa quase impossível. Quando faltavam apenas 20 minutos para o fim do jogo de volta da repescagem contra a Austrália, em Melbourne, os iranianos perdiam por 2 a 0. Na ida, em Teerã, haviam empatado em 1 a 1.
A torcida ansiava que Ali Daei, atacante grandalhão e ídolo no país, resolvesse a questão. No final, oIrã acabou conseguindo a improvável proeza de empatar o jogo em 2 a 2 e levar a vaga nos gols fora de casa. No entanto, o herói do dia não foi Daei, mas sim o seu companheiro de ataque Khodadad Azizi. O baixinho deu um passe certeiro para Karim Bagheri diminuir aos 26 do segundo tempo. Quatro minutos depois, ele mesmo igualou o marcador, calando as mais de 85 mil pessoas que lotavam o estádio.
"O gol contra a Austrália foi o mais importante da minha carreira", disse Azizi, em entrevista aoFIFA.com. "Não só porque foi um momento decisivo, mas por tudo que estava em jogo", completou o atacante, que marcou 11 vezes nos 47 jogos que fez pelo Irã entre 1992 e 2005.
Quando faltavam três rodadas para o término da fase final das eliminatórias asiáticas, o Irã parecia ter a vaga na França 1998 quase garantida. O país era líder do seu grupo, com quatro pontos de vantagem sobre a Arábia Saudita e a China. No entanto, os iranianos somaram apenas um ponto nos seus três últimos compromissos e acabaram ultrapassados pelos sauditas, que ficaram com a única vaga direta da chave.
A segunda chance de ir ao Mundial seria a repescagem continental contra o Japão. Depois de trocar o técnico Mohammed Kohan pelo brasileiro Valdir Vieira, o país perdeu por 3 a 2 para os japoneses. A terceira e última oportunidade então seria o mata-mata contra a campeã da Oceania. Porém, a Austrália não era um adversário qualquer. Comandado por Terry Venables, ex-técnico da Inglaterra, o elenco australiano tinha vários jogadores que atuavam na Europa.
A partida de ida, no Irã, terminou em 1 a 1. Azizi empatou após Harry Kewell abrir o placar. Na volta, no Estádio de Críquete de Melbourne, o atacante, então com 26 anos, não deu chances para o goleiro Mark Bosnich e completou a heroica recuperação do seu selecionado.
"Ali Daei me deu um passe perfeito e eu fiquei cara a cara com o goleiro", relembra Azizi, curtindo o momento que pôs o seu nome na história do futebol iraniano. "Não perdemos a esperança mesmo quando estávamos atrás no placar e o nosso esforço acabou valendo a pena."
No entanto, aquela não foi a primeira vez em que Azizi brilhou no cenário internacional. Antes, ele já havia se destacado na Copa Asiática de Seleções 1996, quando foi eleito o melhor jogador do torneio, em que o Irã terminou em terceiro lugar. O prêmio foi decisivo para que logo depois o atacante fosse escolhido Jogador do Ano na Ásia.
Ao longo da carreira, Azizi defendeu Teerã e Persépolis, equipes tradicionais do seu país natal. Em 1997, foi contratado pelo Colônia e assim se uniu a Daei e Bagheri, pioneiros iranianos no futebol alemão. Na sequência, teve uma passagem de um ano pelo San Jose Earthquakes e, até hoje, é o único atleta do seu país a ter atuado nos EUA.
Azizi encerrou a carreira há quatro anos. Passou então a treinar equipes, começando pelo Aboomoslem, clube da sua cidade natal. Mais recentemente, foi consultor técnico de alguns times, incluindo o Sanat Naft, o seu atual empregador.
O ex-atacante naturalmente se decepcionou com o fracasso do Irã em se classificar para a África do Sul 2010. Porém, acredita que a sua seleção terá um grande futuro. "O povo iraniano adora futebol e sempre tivemos vários jogadores talentosos", disse. "No entanto, se quisermos ter sucesso, precisamos de um plano de longo prazo. Além disso, temos de ser coerentes na organização do nosso futebol."
Pontos turisticos
Palacio de colestan
Torre Milad
Persépolis
.jpg)
.jpg)
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário